Joana d’Arc: mulher forte da Igreja

Apesar de ser uma simples camponesa, de um pequeno povoado, ela terá um papel protagonista na Guerra dos Cem Anos, na qual a França combate com os invasores Ingleses para retomar seu território. Os pormenores de toda a proeza são muito interessantes e neles podemos ver, uma e outra vez, a Santa respondendo ao chamado de Deus para que ela colabore na libertação do seu povo.

Assim acontece desde que escuta as vozes de São Miguel, até quando é injustamente condenada pela Inquisição e morta na fogueira. Suas respostas perante o Tribunal são lembradas por ser de uma sabedoria muito superior ao esperado por uma simples camponesa. Seu processo e condenação foi, 20 anos mais tarde, com o Papa Calisto III, considerado nulo e reabilitado. Foi o reconhecimento das irregularidades que se deram no processo.

Santa Joana d´Arc é, muitas vezes, relembrada ao lado de Santa Catarina de Sena, por serem duas personalidades muito fortes que lutaram pela Igreja. Nas palavras de Bento XVI: “São, talvez, as figuras mais características daquelas ‘mulheres fortes’ que, no final da Idade Média, propagaram sem medo a grande luz do Evangelho nas complexas vicissitudes da história. Poderíamos compará-las com as santas mulheres que permaneceram no Calvário, perto de Jesus Crucificado e de Maria, sua Mãe, enquanto os Apóstolos fugiram e o próprio Pedro O tinha negado três vezes”.

Que o exemplo dessas mulheres leigas e consagradas virginalmente ao Senhor possa ajudar para que todos os fiéis tomem parte na única missão da Igreja. E que sua vida de fé e de oração seja também um alento para que todos nós busquemos colocar a nossa relação com Deus como o fundamental das nossas vidas.

Fonte: A12.com
 

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