Outrora, eu não acreditava na força do Rosário…

Natural da província de Cebu, nas Filipinas, Cecille Paschner, 51 anos, é uma editora, hoje aposentada. No auge da sua carreira ‒ 25 anos de lida ‒, ela dirigia a edição de diversas revistas locais. Mãe de três filhos, um dia, emigrou para os Estados Unidos. Porém, esta mudança de vida e de cultura havia-lhe enfraquecido muito do que lhe restava, em termos de fé. “Eu não tinha nenhuma relação com Deus, porque, nos Estados Unidos, precisamos trabalhar muito para sobreviver e não temos tempo para Ele”, lembra-se ela.

Em março de 2013, os médicos encontraram um enorme tumor maligno no seu seio direito. O diagnóstico: câncer de mama, estágio três. Recusando a quimioterapia e a radioterapia, Cecille retornou a Cebu, decidida a não morrer longe do seu país natal. “Retiraram o tumor, mas o câncer provocou a metástase, em novembro de 2015, atingindo o meu fígado e os ossos sob o dorso, disse ela.

Foi naquele momento que Cecille Paschner retornou ao Senhor, assistindo à missa quotidiana e abraçando os sacramentos. “Meu medicamento quotidiano era a Eucaristia. Antes, eu não acreditava no Rosário, porém, com o terço nas mãos, passei a dormir melhor. O Câncer é uma viagem muito dolorosa, mas eu não tomo nenhum remédio para a dor, pois, eu tenho o meu terço”, testemunhou.

No dia 24 de março de 2018, seu oncologista declarou que o câncer havia desaparecido! “O câncer é uma palavra pavorosa, aterradora. Porém, se nela colocardes o Cristo, podeis tudo fazer!” ─ concluiu Cecille Paschner.

Fonte: Rona Joyce T. Fernandez
 

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