Irlanda deixa de proteger a Vida

A Irlanda abriu as portas para o aborto neste último dia 25 de maio. Em um plebiscito Nacional, a maioria do povo escolheu por derrubar da Constituição a emenda número oito. Tal emenda, garantia o direito à vida do nascituro como sendo igual ao direito à vida da mãe.

A emenda número oito impedia que leis fossem aprovadas legalizando o aborto no país, que é um dos países de maior tradição católica do mundo. Com a queda deste dispositivo que salvaguardava a vida, o abortamento passa ter todo espaço livre daquele país.

Sem esta proteção constitucional à vida, os promotores do aborto já dão seus passos para eliminar os bebês: tramita no Congresso daquele país uma lei que permitirá o abortamento de crianças com qualquer “problema mental” até seis meses de gestação. E não há dúvidas que eles irão continuar lutando pela legalização total do aborto até o nono mês de gestação, como fazem os outros países. A indústria do aborto visa ganhar muito dinheiro na Irlanda.

Batalha

O plebiscito irlandês foi uma grande batalha que, infelizmente, foi vencida pelo lado pró-aborto. A indústria do aborto, políticos e até artistas famosos como a banda de rock U2 fizeram uma ampla campanha para derrubar a proteção à vida daquele país.

Já os providas viram sua estratégia de alerta da população destruída quando deixaram para os últimos dias uma campanha no Facebook e no Google em favor da vida. Porém, estas duas empresas baniram qualquer tipo de propaganda nesse sentido.

Irlanda junta-se agora ao grupo dos países que não têm proteção legal a favor da vida, onde a indústria do aborto floresce ganhando muito dinheiro. O Brasil, tanto na sua Constituição como no Código Penal e ainda em tratados internacionais, reconhece expressamente a vida desde o ventre materno. Porém, as mesmas forças que lutaram pela legalização do aborto na Irlanda estão lutando aqui.

Fonte: casaprovidami.com.br
 

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