O Milagre da Bilocação (Santo Antônio)

Certo dia, Antônio estava na Itália numa missa pregando, e ocorreu um crime bárbaro na cidade.

Um rapaz foi assassinado perto da casa de seu pai, e os assassinos, por malvadez, levaram o corpo para o quintal da casa onde o pai de Antônio morava, e ali o enterraram sem que o proprietário do terreno se desse conta.

Mais tarde, foi descoberto pela Justiça o corpo daquele homem no quintal da casa, e este foi acusado pelo crime. Seria condenado a forca.

Diante dos gravíssimos indícios de que era culpado, permaneceu quinze meses preso e, afinal, estava sendo julgado e seria com certeza condenado à morte.

 

Naquele momento da condenação, Deus, porém, houve por bem avisar a Frei Antônio do perigo que ameaçava seu pai terreno. Tendo em vista que Antônio estava em outro País, na Itália,

Ocorre o milagre da bilocação…

Num dado momento Antônio estava pregando numa missa de domingo, se tornou imóvel no púlpito de onde esta fazendo sua pregação, e apareceu diante do Juíz, na outra cidade onde seu pai estava sendo julgado.

Antônio se apresentou ao tribunal e, viu seu pai sentado no tribunal. Depois de beijar a mão de seu pai em sinal de respeito, tomou a sua defesa.

Os juízes ficaram impressionados com o aparecimento daquele inesperado advogado, e com a segurança com que ele falava, mas não se convenceram da inocência do réu, tantas eram as aparências de que o Pai de Antônio era culpado.

Faltando testemunhas de defesa, Santo Antônio apelou para o depoimento da pessoa assassinada.

Os assistentes, surpresos com a estranha proposta, já se dispunham a rir de Antônio.

Mas Frei Antônio insistiu e os juízes levados pela curiosidade, consentiram que ele chamasse o morto como testemunha da defesa.

Todos do tribunal chegaram ao cemitério, à sepultura do falecido, o Santo ordenou que a abrissem, e pediu em voz alta, ao defunto que se levantasse e saísse do túmulo, isso já passado algum tempo.

Nisso, o defunto se levantou do túmulo e Antonio disse:

– Meu irmão diga a todos que meu Pai é inocente e que ele não é o responsável pela sua morte .

O defunto confessou – Não! Não foi ele que me matou, apontando para o pai de Antônio… E citou o nome dos verdadeiros assassinos.

Em seguida, novamente se deitou na sepultura, e o Santo, depois de se despedir do pai, desapareceu.

Ficaram os juízes e a assistência assombrados com o milagre portentoso que acabavam de presenciar, e o nobre Martim de Bulhões, graças ao seu santo filho, salvou a vida, foi inocentado e posto em Liberdade.

Antonio assim, nos ensina que todo ser humano tem como preciosidade, como tesouro, a Vida. E se nos tiramos a vida do pobre, o que resta a ele? Sua vida deve ser preservada.

E da vida de Antônio, recebemos uma grande herança.

Quando você entrega sua vida a Deus, quando faz essa renuncia de si, para que o outro possa viver, e conhecer a Deus, você deixa uma herança que não há dinheiro que pague na vida.

E é essa vida Santo Antônio nos ensinou nos deixou.

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